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Domingo, 19 de Abril de 2026

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Angra dos Reis anuncia volta às aulas para rede pública e privada em 17 de agosto

O retorno, inicialmente, será apenas para estudantes dos ensinos fundamental e médio

Angra dos Reis anuncia volta às aulas para rede pública e privada em 17 de agosto
Foto: Divulgação
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Angra dos Reis 

O prefeito Fernando Jordão, ao lado da secretária de Educação, Stella Salomão, e da vereadora Titi Brasil, participou ontem (7), de uma reunião, no Centro de Estudos Ambientais (CEA), com os proprietários de escolas particulares do município. Do encontro, saiu a data provável para o retorno das aulas presenciais em Angra dos Reis, para os estudantes dos ensinos fundamental e médio.

Assim como outros setores da economia, a educação também tem sido bastante afetada pela pandemia do novo coronavírus. Um dos maiores receios dos empresários é de que os pais retirem os filhos das escolas. A secretária de Educação, Stella Salomão, então lembrou que os que fizerem isso podem ser penalizados, pois é crime de abandono intelectual manter crianças e adolescentes de 4 a 17 anos fora da escola, sem justa causa.

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Durante a reunião, foi definidada a data de 17 de agosto para a volta dos estudantes dos ensinos fundamental e médio, tanto da rede privada quanto das redes municipal e estadual. No entanto, foi deixado claro que tudo vai depender dos números da pandemia na cidade. Caso eles voltem a subir, esse retorno pode ser adiado.

"O plano de retomada das aulas é de território, então serve para a rede privada, municipal e estadual. A data só poderá de fato ser definida com o aval da autoridade sanitária municipal, que no caso é o secretário municipal de saúde", explicou a secretária de Educação.

Com o objetivo de garantir uma volta às aulas em segurança para seus alunos, os donos das escolas entregaram ao prefeito um documento com sugestões de protocolos a serem seguidos nas unidades.

Quanto à educação infantil, ficou acertado que será realizada uma nova reunião dos proprietários de escolas com os secretários de Educação e Saúde. Esse caso é mais delicado por se tratar de crianças pequenas, sem autonomia, o que poderia acarretar mais riscos tanto para os pequenos quanto para os profissionais.

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