Leonardo Meirelles/Metrópoles
De repente aquela luzinha acende e, em alguns casos, um bipe toca alto: sim, o marcador de combustível mostra que a reserva chegou. Tem gente que fica muito incomodado com a situação, enquanto outros pensam que ainda dá para rodar bastante. Lembre-se: o combustível reserva tem de 10% a 15% de toda a capacidade do tanque.
As pessoas do primeiro grupo, que logo procuram um posto de gasolina, tendem a gastar menos dinheiro. Isso porque o sinal tem um significado além do óbvio. Claro, o combustível está acabando e é necessário preencher o tanque novamente para que o veículo siga andando. Mas, também aponta que a sujeira acumulada no fundo do tanque pode estragar o seu motor e a bomba de combustível está sendo afetada.
Entretanto, há uma dor de cabeça maior: a bomba de combustível. A peça faz parte do sistema que bombeia a gasolina do tanque para o motor. Ela é composta pelo filtro, o conjunto de alta pressão e o motor elétrico. Se a bomba não funciona, você não consegue dar partida no carro ou fazer o motor trabalhar.
E na hora de trocar a bomba, a surpresa pega no bolso. Esse equipamento pode custar desde R$ 42 — para uma Brasília modelo 1973 — e passar de R$ 2 mil, no caso de automóveis mais novos e tecnológicos.
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