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Quarta-feira, 24 de Junho de 2026

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Rio mantém política repressiva de Eduardo Paes ao trabalhador informal

Paes tem evitado o tema em sua pré-campanha para governador, durante caminhada pelo Sul Fluminense, sabendo que a informalidade representa grande fatia dos trabalhadores

Rio mantém política repressiva de Eduardo Paes ao trabalhador informal
Foto: Arquivo
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Sul Fluminense 

Enquanto Eduardo Paes segue percorrendo o Sul Fluminense, distribuindo sorrisos e carisma em sua pré-campanha para governador, suas ordens seguem sendo cumprindo a risca pela Secretaria de Ordem Pública do Rio de Janeiro, retirando vendedores ambulantes das ruas e confiscando suas mercadorias. 

Na tarde desta quinta-feira (8), uma nova confusão ocorreu em frente ao Edifício Garagem Menezes Cortes, quando os trabalhadores reagiram à apreensão de mercadorias, e a violência explodiu no Centro.

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Esse confronto, muitas vezes físico, entre agentes da Segurança Pública de Eduardo Paes e os trabalhadores de rua, vem se intensificando desde o início de 2024, quando Paes iniciou uma ofensiva contra camelôs, no Centro, e posteriormente, com um novo decreto para a retirada de ambulantes da orla carioca. 

O Movimento Unidos do Camelô (Muca), os sindicatos do Rio e camelôs, têm realizado diversos protestos pedindo o fim da criminalização da atividade pela Prefeitura do Rio, afirmando que as medidas atacam diretamente os trabalhadores que dependem da informalidade para levar o sustento para casa. 

Eduardo Paes tem evitado o assunto em sua caminhada pelas cidades do interior, sabendo que a informalidade chega até 30% dos trabalhadores em cidades como Volta Redonda, Barra Mansa e Valença.

E então, fica a pergunta. A mesma metodologia será replicada no Sul Fluminense? 

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